Cadeira nº 29: Waldyr Policiano

 

Professor

Discurso de posse da acadêmica Cláudio Verneque Guerson

Waldyr Policiano de Rezende, filho de Osires Pacheco de Rezende e Maria Policiano de Rezende, nasceu em Piacatuba a 15/07/1939.

Foi casado com Sonia Maria Costa Rezende, tiveram três filhos: Kátia, Aline e Marcelo.

Licenciou-se em Matemática pelo Instituto Cultural Newton de Paiva, de Belo Horizonte; em Ciências, pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais.

Foi professor de Matemática, Física, Desenho e Ciências. Exerceu o magistério em Leopoldina e Cataguases: na E.E. Prof. Botelho Reis, de 1º e 2º graus; na E.E. Sebastião Silva Coutinho;  no Colégio Imaculada Conceição; no Parque Primário Complementar, na Escola da Comunidade Cel. Luiz Salgado; no Seminário Diocesano N. S. Aparecida; no Curso preparatório OSIMAR; na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cataguases; na E.E. Marieta Soares Teixeira e na E.E. Manoel Inácio Peixoto, sendo os três últimos estabelecimentos mencionados, de Cataguases.

Foi locutor Rádio SIRENA, local, da Rádio Leopoldina e da Rádio Ministério da Educação e Cultura (Rio de Janeiro).

Foi repórter matutino “Correio da Manhã”, do Rio de Janeiro.

Exerceu os cargos de Diretor Cultural da Casa do Estudante Leopoldinense e Presidente da Associação Leopoldinense de Estudantes.

Em 1979, durante o movimento reivindicatório dos professores mineiros, por melhores condições de trabalho e produtividade, presidiu a Comissão que fundou a Associação Leopoldinense de Professores.

Publicou: “Trigonometria – Módulo 1”; “Logaritmos”; “Súmulas de Matemática para a 1ª Série do 2º Grau”; “Trigonometria Básica com Quatro Eixos Fixos e Um Móvel” e o romance “Filosofia do Absurdo”. Ainda, organizou duas Antologia de autores/as Leopoldinenses, publicadas em 1980 e 1981.


Resumo biográfico publicado na Revista da ALLA 2024


Foi em meados do mês que contava o início da segunda metade daquele ano; era, ainda, aquele ano o que trazia próximo o encerramento de uma quadra na primeira metade do século, do século que era o último, do segundo milênio depois de Cristo. Assim feitos os “cálculos matemáticos”, chegamos a 15/07/1939, quando ecoou o choro da criança nascida, filho de Osires Pacheco de Rezende e Maria Policiano de Rezende. Nasceu em Piacatuba, terra de gente de bom coração, distrito de Leopoldina/MG.

A criança recebeu o nome de Waldyr Policiano de Rezende. Tornou-se professor, tendo feito licenciatura em Matemática pelo Instituto Cultural Newton de Paiva, de Belo Horizonte/MG; em Ciências, pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais.

Sua voz ecoava nas salas de aula, a ciência de calcular foi partilhada nas cidades de Leopoldina/MG e Cataguases/MG. Lecionou Matemática, Física, Desenho e Ciências. Exerceu o magistério na Escola Estadual Prof. Botelho Reis, o Ginásio Leopoldinense; na Escola Estadual Sebastião Silva Coutinho, o Polivalente; no Colégio Imaculada Conceição; no Parque Primário Complementar; na Escola da Comunidade Cel. Luiz Salgado; no Seminário Diocesano N. S. Aparecida; na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cataguases; na Escola Estadual Marieta Soares Teixeira e na Escola Estadual Manoel Inácio Peixoto, estando os três últimos estabelecimentos mencionados, na cidade de Cataguases/MG. Ainda foi criador de um Curso preparatório, OSIMAR, cujo nome representa a adição das sílabas iniciais dos nomes de seus pais.

Somou à sua existência Sonia Maria Costa Rezende, com quem se casou. Multiplicaram-se em três filhos: Kátia, Aline e Marcelo.

Na toada de fazer ecoar sua voz, ultrapassou as salas de aula. Assim, foi locutor da Rádio SIRENA local, da Rádio Leopoldina e da Rádio Ministério da Educação e Cultura (Rio de Janeiro/RJ).

Além da toada da locução, buscou e adicionou, ao seu exercício da voz, o eco das letras. Foi repórter matutino do “Correio da Manhã”, do Rio de Janeiro/RJ.

Foi ecoando sua voz nas salas de aulas, nas rádios, nas letras impressas dos jornais, que exerceu os cargos de Diretor Cultural da Casa do Estudante Leopoldinense e Presidente da Associação Leopoldinense de Estudantes. Assim, adicionou mais uma vez em sua carreira outro desafio, agora de ecoar a voz de seus pares: em 1979, durante o movimento reivindicatório dos professores mineiros, por melhores condições de trabalho e produtividade, presidiu a Comissão que fundou a Associação Leopoldinense de Professores.

Por tanto falar e escrever, ecoar através da oratória e das letras, o escrutínio de sua existência, adicionou o registro perene de sua habilidade no magistério e nas letras em várias obras publicadas: Trigonometria – Módulo 1; Logaritmos; Súmulas de Matemática para a 1ª Série do 2º Grau; Trigonometria Básica com Quatro Eixos Fixos e Um Móvel; e o romance Filosofia do Absurdo. Organizou, ainda, duas Antologias de autores e autoras Leopoldinenses, publicadas em 1980 e 1981.

Nas considerações iniciais do romance Filosofia do Absurdo, Waldyr escreveu: “Um livro pode ter sido escrito para instruir ou divertir, a princípio; o que você tem em mãos está no segundo caso...”. Portanto, na Matemática da sua vida, podemos afirmar que instruiu com diversão.

Cláudio Verneque Guerson

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